Em uma frase: você não compra o programa, paga uma mensalidade enquanto ele estiver sendo útil para você. Não existe licença cara comprada de uma vez, nem servidor para instalar e manter na sua empresa: o sistema roda na internet e você abre no navegador.
Na prática isso muda quatro coisas. O gasto sai da conta de investimento e vira despesa do mês, que é muito mais fácil de aprovar e de interromper. As melhorias chegam sozinhas, para todo mundo, sem projeto de atualização. Cuidar de segurança, cópia de segurança e desempenho passa a ser problema de quem vendeu, e não seu. E a conta só continua fazendo sentido enquanto você achar que faz: se um dia parar, você leva todos os dados com você, por inteiro e em formato aberto, sem precisar pedir autorização a ninguém.
É a última parte que muda o jogo, e é desconfortável para quem vende: só continuamos ganhando se você continuar querendo usar. Um mês ruim de produto aparece como cancelamento no mês seguinte. Foi por isso que o modelo venceu.